Colunista assume não gostar de pobres

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Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Alice Moura em Qua 14 Jan - 8:15

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/166450/Colunista-do-Globo-revela-seu-nojo-contra-pobres.htm

E o que mais acrescentar a respeito?
Descobri que sou pobre, muito pobre...

E mais uma, propondo que o ingresso à praia seja pago:

"13/01/2015 17:29:16 - Atualizada às 13/01/2015 22:46:33
Jornalista retira texto do ar após propor que entrada em praias do Rio seja paga
Hildegard Angel publicou em sua página medidas para 'solucionar' casos de violência em praias da Zona Sul e foi acusada de simpatizar com ideologia nazista

O DIA
Rio - "Isso é embaraçoso, não? Parece que não encontramos o que você está procurando. Talvez a busca, ou um dos links abaixo, possa ajudar". Esta é a mensagem que aparece na página da jornalista Hildegard Angel, na tarde desta terça-feira, no lugar de texto publicado nesta segunda-feira, onde ela sugeria, em dois tópicos, que a redução da violência no verão carioca não merecia ações "titubiantes" do poder público. As medidas propostas, no entanto, geraram uma repercussão negativa e provocaram uma chuva de críticas à jornalista, que chegou a ser acusada de simpatizar com ideologias nazistas.

Leia aqui o texto original reproduzido pela páginda naofo.de

Segundo sugestões de Hilde, as autoridades precisam ser "enérgicas e corajosas", e a população não pode estar sujeita ao medo, à violência e ao vandalismo desenfreados. A primeira medida proposta por Hilde, então, é que "em dias de grande concentração de pessoas nas ruas e praias, nos fins de semana e feriados do verão", a circulação de linhas de ônibus e metrô no fluxo Zona Norte - Zona Sul seja "drasticamente" diminuída.

Texto original saiu do ar e, depois, Hilde publicou outro com mesmo título, mas com "conceito revisado"
Foto:  Reprodução Internet



A segunda e não menos polêmica sugestão da jornalista, chamada por ela de "plano B radical", é cobrar entrada nas praias do Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon. Segundo ela, que assume que as "soluções" são "antipáticas e discriminatórias", a justificativa para tais atos é que, do contrário, a vida do carioca seria um caos. Ou, de acordo com ela, caos já é.

Em sua página no Facebook, quando compartilhou o texto, Hilde recebeu todos os tipos de críticas. Alguns simpatizantes apenas ignoraram o conteúdo do texto e chegaram a chamar de "filme de terror" o que se vive nas praias da Zona Sul. Outros simplesmente satirizaram a posição da jornalista e foram enfáticos em duras críticas, sugerindo inclusive que ela seria simpatizante de ideologias nazistas.

"Revisão de conceito"

Depois de despublicar o texto, a jornalista Hildegard Angel postou um novo conteúdo com o mesmo título "O caos já se instalou no Rio", e uma pequena diferença em parêntese "(agora com revisão de conceito)". Na nova publicação, a jornalista faz uma retratação e explica os motivos que levaram ela a sugerir tais medidas. "Quem mandou escrever sem refletir direito!", diz Hilde. No fim, a jornalista revela preferir a "sombra dos abacateiros da Zona Norte, na Usina da Tijuca". Segundo ela, "muito melhor, mais sossegado, fresquinho,  ventinho, verdinho".

Ações que estimulam segregação são recorrentes, diz socióloga
Aqueles que não querem mais ver no Rio o retrato de uma cidade partida se incomodaram com as sugestões de Hildegard Angel. A socióloga Bianca Freire-Medeiros, autora do livro ‘Gringo na Laje: produção, circulação e consumo da favela turística’, criticou o tom de seu discurso: “Essas propostas, que aparecem como novidade de verão, nada mais são do que preconceitos requentados”.

Bianca lembra que em abril de 2004, quando um grupo de traficantes da Favela do Vidigal invadiu a Rocinha em um episódio que culminou na morte de 11 moradores, debates parecidos foram suscitados e a repercussão nos meios de comunicação foi enorme. “A própria Hildegard e outros jornalistas propuseram a remoção da Rocinha inteira, nessa ocasião. Dez anos depois, continuam as fantasias de segregação de vários segmentos da população da nossa cidade”, pontua a socióloga.
Em um momento de autocrítica, Hildegard admitiu que foi infeliz no texto, e que já tinha mudado de opinião. Ela contou que, ao ver as imagens de guardas municipais batendo de cassetete nos suspeitos de provocarem os tumultos e arrastões, no último domingo, em Ipanema, ficou inquieta. Por isso, tinha formulado a teoria de que “sem a superpopulação nas praias, não haveria esse tipo de problema”.

O fundador da ONG Enraizados, Dudu do Morro Agudo, que coordena, no projeto, uma escola de hip hop em Nova Iguaçu, avalia as declarações como “surreais: “Pagar para ir à praia é impensável. É apenas uma forma ilegal e injusta de a classe média alta garantir o acesso exclusivo e manter os pobres e pretos bem longe. Afinal, eles não poderiam pagar mesmo”.
Em 1984, linha que levava a Ipanema gerou reações

Afinal, quem é o dono da bola? A polêmica sobre quem tem direito ao sol nas areias da Zona Sul vem de longe. O jornalista Joaquim Ferreira dos Santos foi dos primeiros a jogar luzes sobre a questão numa reportagem do Caderno B, do ‘Jornal do Brasil’, em novembro de 1984.

Retratando a reação gerada pela inauguração da linha 461, que ainda hoje faz o trajeto São Cristóvão — Ipanema, Joaquim ouviu comerciantes, moradores e empresários de Ipanema, inconformados com a novidade. Uma lojista disse ao repórter: “A praia mudou de cor. Apareceram umas caras novas”. “Que gente feia, hein?!”, dizia outro. “É farofeiro para tudo quanto é lado”, reclamou um terceiro.

Em 2014, a antropóloga Julia O’Donell retomou a questão do ‘apartheid’ social em territórios públicos, e mais especificamente, na praia, em sua tese de doutorado e no livro, lançado ano passado, ‘A Invenção de Copacabana’. Em ambos, a pesquisadora reflete sobre as dinâmicas sociais que resultaram na “promoção” da praia de um misto sem graça de terra e mar a um ícone de um estilo de vida sofisticado, e, consequentemente, em um espaço só para ricos."

Reportagem de Luiza Gomes
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Liu em Qua 14 Jan - 11:02

É, dizer o que?
Ela podia sugerir que mandassem logo os pobres/ vândalos pra uma viagem espacial em direção ao sol que os problemas dela e dos simpatizantes dessas idéias estariam resolvidos.
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Vica em Qui 15 Jan - 17:18

Claro que o comentário dela foi infeliz, massssssss o que tem de gente que pensa a mesma coisa e não fala, porque é politicamente incorreto...Ah ta cheio!!!
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Liu em Qui 15 Jan - 17:35

Pois é, se não tivessem expulsado os moradores desses lugares pros morros anos atrás por causa da especulação financeira e imobiliária eles que seriam os moradores, agora tão querendo pedágio? Acho graça, só quem tem dinheiro tem direito?
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Alice Moura em Qui 15 Jan - 18:00

Nesta terra, se voce não tem dinheiro ou influência, voce é um zero à esquerda.
Experimente adoecer, se aposentar, ou ficar endividado e desempregado, para ver quantos amigos te sobram... Muita gente vive de status, mas quando a realidade aperta, tudo vem à tona: vejam o caso de alguns artistas que antes estavam no auge e por causa de uma doença, um acidente, foram simplesmente esquecidos. Quem vai segurar a onda numa hora dessas?
Às vezes nem a própria família aguenta; o dinheiro vai acabando e os amigos vão sumindo... simples assim.
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Nathalia em Sex 16 Jan - 14:02

Concordo plenamente com a Alice Moura!! Já tive momentos ruins financeiramente e ali percebi quem seriam os verdadeiros amigos, não enche uma mão. Mas, ainda torço por um país melhor, sempre. Acredito que podemos vencer a cada dia.
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Fiorella em Sex 16 Jan - 18:57

Tá difícil convivência, ela que pague um clube privado e vá se refrescar nas piscinas de lá.

Engraçado que ela só sugere que se pague pedágio nas praias das zonas mais ricas da cidade. Daqui a pouco vai sobrar o que pra essa gente? Ficar confinado na favela, tomando banho de mangueira? Praia é pra todos!
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Ana em Sab 17 Jan - 12:02

teve outro texto polêmico colunista da Globo :
247 – Em um artigo espantoso publicado em seu blog no Globo, a jornalista Silvia Pilz desfere todo seu asco contra os pobres. Especialmente o pobre que frequenta consultórios médicos, para onde "se arruma" para ir, segundo ela, por "provavelmente" se sentir "em um cenário de novela". Segundo ela, "o pobre quer ter uma doença" – como tireoide, "é quase chique" – e tem como principal preocupação na vida "procriar". Leia:

O plano cobre

Todo pobre tem problema de pressão. Seja real ou imaginário. É uma coisa impressionante. E todos têm fascinação por aferir [verificar] a pressão constantemente. Pobre desmaia em velório, tem queda ou pico de pressão. Em churrascos, não. Atualmente, com as facilidades que os planos de saúde oferecem, fazer exames tornou-se um programa sofisticado. Hemograma completo, chapa do pulmão, ressonância magnética e etc. Acontece que o pobre - normalmente - alega que se não tomar café da manhã tem queda de pressão.

Como o hemograma completo exige jejum de 8 ou 12 horas, o pobre, sempre bem arrumado, chega bem cedo no laboratório, pega sua senha, já suando de emoção [uma mistura de medo e prazer, como se estivesse entrando pela primeira vez em um avião] e fica obcecado pelo lanchinho que o laboratório oferece gratuitamente depois da coleta. Deve ser o ambiente. Piso brilhante de porcelanato, ar condicionado, TV ligada na Globo, pessoas uniformizadas. O pobre provavelmente se sente em um cenário de novela.

Normalmente, se arruma para ir a consultas médicas e aos laboratórios. É comum ver crianças e bebês com laçarotes enormes na cabeça e tênis da GAP sentados no colo de suas mães de cabelos lisos [porque atualmente, no Brasil, não existem mais pessoas de cabelos cacheados] e barriga marcada na camiseta agarrada.

O pobre quer ter uma doença. Problema na tireoide, por exemplo, está na moda. É quase chique. Outro dia assisti um programa da Globo, chamado Bem-Estar. Interessantíssimo. Parece um programa infantil. A apresentadora cola coisas em um painel, separando o que faz bem e o que faz mal dependendo do caso que esteja sendo discutido. O caso normalmente é a dúvida de algum pobre. Coisas do tipo "tenho cisto no ovário e quero saber se posso engravidar". Porque a grande preocupação do pobre é procriar. O programa é educativo, chega a ser divertido.

Voltando ao exame de sangue, vale lembrar que todo pobre fica tonto depois de tirar o sangue. Evita trabalhar naquele dia. Faz drama, fica de cama.

Eu acho que o sonho de muitos pobres é ter nódulos. O avanço da medicina - que me amedronta a cada dia porque eu não quero viver 120 anos - conquistou o coração dos financeiramente prejudicados. É uma espécie de glamourização da doença. Faz o exame, espera o resultado, reza para que o nódulo não seja cancerígeno. Conta para a família inteira, mostra a cicatriz da cirurgia.

Acho que não conheço nenhuma empregada doméstica que esteja sempre com atacada da ciática [leia-se nervo ciático inflamado]. Ah! Eles também têm colesterol [leia-se colesterol alto] e alegam "estar com o sistema nervoso" quando o médico se atreve a dizer que o problema pode ser emocional.

O que me fascina é que o interesse deles é o diagnóstico.

O tratamento é secundário, apesar deles também apresentarem certo fascínio pelos genéricos.

Mesmo "com colesterol" continuam comendo pastel de camarão com catupiry [não existe um pobre na face da terra que não seja fascinado por camarão] e, no final de semana, todo mundo enche a cara no churrasco ao som de "deixar a vida me levar, vida leva eu" debaixo de um calor de 48 graus.

Pressão: 12 por 8

Como são felizes. Babo de inveja.

FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/166450/Colunista-do-Globo-revela-seu-nojo-contra-pobres.htm
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Ana em Sab 17 Jan - 12:05

eu não direi que ela está 100% errada, mas desculpa para não trabalhar não é prerrogativa de pobres...

e o caso das praias no Rio é antigo, desde que 'ousaram' instalar uma linha que dá acesso fácil das favelas até as 'praias chiques'... ela deveria fazer como os milionários e celebridades fazem, constroem casas a beira-mar com praias exclusivas... opa, será que ela não tem grana para isto? scratch scratch
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Liu em Sab 17 Jan - 12:36

Na boa, quanto preconceito em tão pouco espaço. Senti nojo dela, eca.
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Alice Moura em Sab 17 Jan - 13:41

Na verdade, o tiro saiu pela culatra: as linhas de ônibus foram pensadas para que os empregados dos luxuosos condomínios da zona sul do RJ  e da Barra da Tijuca, tivessem acesso facilitado ao trabalho e não se atrasassem para chegar na casa dos seus patrões (rico não trabalha para rico; o pobre é que é jardineiro, motorista, porteiro, arrumadeira, faxineira, etc.).
Geralmente, os condomínios de alto padrão aqui no RJ tem piscinas exclusivas e localizam-se em frente às praias, mas essas continuam públicas.
Agora, há um município que fica nos arredores do RJ chamado Angra dos Reis onde muitos tem uma ilha particular (principalmente artistas).
Lá sim, as praias são privadas. Mas não é qualquer jornalista que tem cacife pra isso rsrsrsrs...
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Liu em Sab 17 Jan - 13:51

Fui ver o link e ela classificou o texto como " humor cáustico" e que este perde a graça ao ter que ser explicado. Ha ha ha  aplause  três gargalhadas e palminhas pra ela.
Só pobre deve ter lido, pra não ter captado o humor do texto. Não alcançaram o alto nivel intelectual" da leitura. #sqn
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Liu em Sab 17 Jan - 13:54

Alice Moura escreveu:
Agora, há um município que fica nos arredores do RJ chamado Angra dos Reis onde muitos tem uma ilha particular (principalmente artistas).
Lá sim, as praias são privadas.
O que devia ser proibido.
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Alice Moura em Sab 17 Jan - 14:05

Não sei exatamente o que diz a legislação a respeito.
Mas o acesso é restrito, não é qualquer um que dispõe de lanchas ou helicópteros para acessar esses lugares.
Eu já fiz esse passeio (tem excursão pros pobres passarem pelo mar a uma certa distância dessas ilhas) e não é permitido atracar, mergulhar, etc.
Aí o guia descreve: "estamos passando pela ilha do Dr. Ivo Pitanguy; agora, a ilha da Xuxa, da Marlene Mattos, do Ayrton Senna, etc.)."
Pois é, pois é, pois é...
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

Mensagem por Alice Moura em Sab 17 Jan - 14:05

Não sei exatamente o que diz a legislação a respeito.
Mas o acesso é restrito, não é qualquer um que dispõe de lanchas ou helicópteros para acessar esses lugares.
Eu já fiz esse passeio (tem excursão pros pobres passarem pelo mar a uma certa distância dessas ilhas) e não é permitido atracar, mergulhar, etc.
Aí o guia descreve: "estamos passando pela ilha do Dr. Ivo Pitanguy; agora, a ilha da Xuxa, da Marlene Mattos, do Ayrton Senna, etc.)."
Pois é, pois é, pois é...
E aconteceu: ao passarmos por uma das lanchas, uma moça, em pé, atirou uma casca de laranja na direção do nosso barco e falou : "vão embora daqui seus farofeiros!"
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Re: Colunista assume não gostar de pobres

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