Soluções medievais para atitudes medievais

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Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Kvet em Ter 9 Set - 12:12

É fácil julgar assassinos, estupradores como "vítimas da sociedade" quem nunca passou por isso. Eu não os considero assim. Para mim são déspotas e mereciam, se realmente comprovado o crime, cadeira elétrica.
Aaaah, mas existem tantos condenados injustamentes - dirão alguns do "politicamente correto"... Duvido muito que depois do DNA existam muitos condenados injustamente no corredor da morte. A imensa maioria que se tem notícia nesta situação e que foram inocentados foi justamente pelo DNA.
Ser a favor da pena de morte é a única coisa que não concordo com a crença que sigo. Se eu estiver errada, aceito o ônus um dia.

Estou falando tudo isso e meu post nem tem a ver com pena de morte..  lol!  Tem a ver com tomar atitudes extremas para situações extremas. Sem coitadismo e sem desculpas que o canalha "é um reflexo da sociedade", "também sofreu abuso quando criança (o que a vítima tem a ver com isso??)".. e tantas outras abobrinhas que já ouvi para um crime tão hediondo quanto estupro e pedofilia.
Li esta notícia e achei a resposta da técnica perfeita - muitos deputados dos Direitos dos Manos mereciam ouvir isso. [b]"Uma solução medieval para uma atitude medieval"
Deveria ser comercializado nao só na África, mas em todo mundo.

"O estupro tornou-se um problema endêmico na África do Sul, então uma técnica da área médica, chamada Sonette Ehlers desenvolveu um produto que imediatamente chamou a atenção nacional. Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estrupo lhe dizendo, "Se ao menos eu tivesse dentes lá embaixo." Algum tempo depois, um homem chegou ao hospital no qual Ehlers trabalha com uma dor terrível, por conta do zipper que havia fechado sobre seu pênis. Ehlers misturou as duas imagens e desenvolveu um produto chamapo Rapex. O produto parece um tubo, com fisgas dentro. A mulher o coloca como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que tentar estuprar a mulher irá se rasgar com as fisgas e precisará ir a um hospital para remover o Rapex. Quando os críticos reclamaram que se tratava de uma punição medieval, Ehlers respondeu, "Uma punição medieval para uma atitude medieval."

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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Si Cal em Ter 9 Set - 12:38

"Uma punição medieval para uma atitude medieval" CONCORDADISSIMO!

Uai e quem faz algo errado (estupra) tem direito de achar ou desachar algo???
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Si Cal

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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Alice Moura em Ter 9 Set - 14:08

Eu nem acho medieval a solução, considerando-se que o estupro é um crime que nunca deixou de ser cometido e está atual até os dias de hoje, infelizmente.
O problema é que a vítima de estupro geralmente sofre espancamento e a ameaça de uma arma na cabeça. Portanto, apesar de ser uma boa solução para que o estupro não seja consumado, existe o risco da mulher morrer, pois o agressor pode matá-la como vingança, por ter estragado o seu "brinquedo".
Geralmente, a mulher que é estuprada e vê o rosto do agressor, é morta, quase sempre, logo depois. É uma forma de evitar que mais tarde o homem seja reconhecido e preso.
Mas já é alguma coisa que pode inibir os atos de agressão, pois ele pensará duas vezes antes de arriscar ter o pinto dilacerado.
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Alice Moura

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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Kvet em Ter 9 Set - 14:14

Não sei Alice se com o pênis dilacerado ele terá a disposição de atirar ainda. Acho que a dor vai desmaiá-lo primeiro, e se não o fizer cabe a mulher no momento de "distração", eu digo, de ver literalmente a constelação solar inteira, fugir.
Também não dá para ser tão devagar e ficar ali assistindo a cena de camarote.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Alice Moura em Ter 9 Set - 14:26

O problema, Kvet é que se o cara estiver com a arma engatilhada, só o reflexo da primeira fincada, vai fazer com que ele puxe o gatilho, até involuntariamente.
Mais ou menos quando a manicure tira um "bife"e vc puxa o dedo, ou sua mão pula, com a dor.
É complicado...
Por isso é que quando se sofre um assalto, dizem para não reagir, pois assustar o ladrão é o pior que se pode fazer, ele pode matar por reflexo, por assim dizer.
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Alice Moura

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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por carlita carlinha em Ter 9 Set - 14:57

Geralmente, a mulher que é estuprada e vê o rosto do agressor, é morta, quase sempre, logo depois. É uma forma de evitar que mais tarde o homem seja reconhecido e preso.

Não é somente isso, Alice, em alguns casos, arrancam os olhos das vítimas. Aconteceu com uma auxiliar de enfermagem em 1997 (se não me engana) aqui em Belo Horizonte. Ela foi estuprada e para não reconhecer quem é, logo arrancou os dois olhos dela. Deixando a vítima viva, porém cega.

Esses estupradores deveriam morrer na cadeira elétrica, mas antes sofrerem muito. Também concordo com o tema
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por carlita carlinha em Ter 9 Set - 15:02

Dane-se essas porcarias de direitos humanos. Direitos humanos uma vassoura no cú desses estupradores, ladrões, assassinos. Esses merecem ser castigados sem direito a nada.

Eu sou totalmente a favor da pena de morte principalmente para estupradores, mas antes deveriam fazer como os árabes fazem arrancar o pinto fora com o facão para sentirem muita dor. Morrer logo de cara é um lucro para eles e isso não pode.

Nesse ponto também sou bem extremista.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Aline Floripa em Ter 9 Set - 15:28

É preciso partir do principio que até que se prove todo mundo é inocente, portanto, sou a favor da justiça, e, dependendo do caso, a máxima do “olho por olho, dente por dente” deve ser aplicada.

Quanto ao tal “produto”, isso pra mim é apagar fogo com gasolina, assim como a Alice penso na ira do fulano, e com certeza o ódio é bem mais forte que a dor. Fico imaginando ainda a situação de usar um “troço” desse, que, não deve ser pequeno.

carlita carlinha escreveu: [...] mas antes deveriam fazer como os árabes fazem arrancar o pinto fora com o facão para sentirem muita dor. Morrer logo de cara é um lucro para eles e isso não pode. Nesse ponto também sou bem extremista.

Nesse ponto sou tão psicopata quanto você!! aplause aplause
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Kvet em Ter 9 Set - 16:18

Ainda continuo achando que alguém desmaia de dor com isso. E outra vcs já sentiram uma dor alucinante? Paralisa por alguns segundos, nem dá para raciocinazar, quanto mais atirar. Acho que são esses segundos preciosos que a tal técnica contava.

Mas independente de tudo isso, se vai morrer melhor que seja deixando o canalha aleijado para o resto da vida.

Não sou a favor de morrer com dor, Carlita.. ou sofrer antes. Aí é voltar ao tempo da barbáre, como os árabes ainda o são e eu tanto condeno.
Sou a favor da pena de morte, com um amplo e justo julgamento. Mas que a punição, se provado o crime, venha com toda certeza.
E isso não é para igualar ao crime que cometeu na vítima. Jamais haverá ação igualitária que recupere o que alguém passou no caso de um estupro ou pedofilia. Talvez com a morte a vítima sinta que a justiça foi feita, mas os estragos são eternos. Por isso não sou a favor de nada que não seja um julgamento justo e uma morte "civilizada" - esse termo nem se aplica aqui, mas não consegui pensar em nada melhor..
Eu entendo o que tu comentaste, Carlita. Entendo a revolta e a vontade de fazer o criminoso sentir muita dor, mas isso não é parte de uma sociedade que quer evoluir.
Há um tempo a Raquel Sheherazade disse que "entendia" alguns civis terem amarrado um bandido no poste e terem lixado-o. O mundo veio abaixo pq distorceram como se ela tivesse apoiado. Eu entendi o que ela falou, que não poderia condenar uma população que vive o dia a dia da impunidade em querer fazer justiça com as próprias mãos.
Entender é bem diferente de concordar.
Eu entendo o que escreveste, mas não concordo.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por jonass em Ter 9 Set - 16:51

Então nunca votem na Maria do Rosário!

Essa ai, adora defender vagabundo!

Eu sou da seguinte opinião: Qnd alguém faz um inocente de refém, por exemplo, não tem q haver negociação...no momento em q o marginal der a brecha, ele tem q ser apagado! Do contrário, vc está assumindo a possibilidade de a vítima sair morta e o agressor vivo, oq é inadmissível!
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por jonass em Ter 9 Set - 16:57

Qnto ao estupro, tem q simplesmente castrar o cara e fazer uma tatuagem no rosto dele, q o identifique como "capado". Pra além de não ter pau, ele poder ser ridicularizado aonde for.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Liu em Ter 9 Set - 17:37

Estupradores e pedófilos merecem ser castrados literalmente e não quimicamente, ranca fora e bagulho.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Kvet em Ter 9 Set - 20:42

Qnto ao estupro, tem q simplesmente castrar o cara e fazer uma tatuagem no rosto dele, q o identifique como "capado". Pra além de não ter pau, ele poder ser ridicularizado aonde for.

Mas Jonas, tu não entende que um cara desse vai ficar muito mais violento? Ele não poderá mais estuprar com o seu pênis mas eu consigo imaginar meia dúzia de coisas horripilantes que ele pode continuar a fazer com uma mulher ou criança.. Acho uma temeridade deixar um ser humano tão revoltado, humilhado vivo, ainda mais alguém com índole de estuprador...
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Liu em Ter 9 Set - 21:00

Suspeito de estuprar e matar irmã de PM ri ao ser preso e debocha: “Saio em 3 meses”

A jovem Kelle Maria Araújo Silva, de 29 anos, foi morta de forma brutal em Palmas, no Tocantins. O suspeito do crime, Welton Osorio da Silva, de 22 anos, foi debochado ao ser preso e confessar.


— Eu estuprei mesmo e matei mesmo. Vou ficar mais ou menos uns três meses, mas nem que demore um pouco não vou reclamar. Pelo menos a gente engorda.

Outro suspeito também foi preso. João Lopez, de 41 anos, era vizinho de Kelle e chamou Welton para participar. Pertences da vítima foram encontrados na casa do envolvido. Na imagem feita pela polícia, o suspeito aparece sorrindo.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Alice Moura em Qua 10 Set - 6:59

Bom... comenta-se que o estuprador na cadeia não tem uma convivência lá muito amistosa.
Há certos bandidos que nem os próprios bandidos toleram, e fazem lá dentro com eles uma parte da justiça.
O estuprador, por exemplo, vira "mulher" de todos, com direito a maquiagem, vestidinho e sexo.
Os presos também tem mãe, irmãs, filhas.
Há casos que eles tem que ficar sozinhos na cela, porque senão, podem ser linchados pelos outros companheiros de prisão.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por carlita carlinha em Qua 10 Set - 9:24

Kvet escreveu:Ainda continuo achando que alguém desmaia de dor com isso. E outra vcs já sentiram uma dor alucinante? Paralisa por alguns segundos, nem dá para raciocinazar, quanto mais atirar. Acho que são esses segundos preciosos que a tal técnica contava.

Mas independente de tudo isso, se vai morrer melhor que seja deixando o canalha aleijado para o resto da vida.

Não sou a favor de morrer com dor, Carlita.. ou sofrer antes. Aí é voltar ao tempo da barbáre, como os árabes ainda o são e eu tanto condeno.
Sou a favor da pena de morte, com um amplo e justo julgamento. Mas que a punição, se provado o crime, venha com toda certeza.
E isso não é para igualar ao crime que cometeu na vítima. Jamais haverá ação igualitária que recupere o que alguém passou no caso de um estupro ou pedofilia. Talvez com a morte a vítima sinta que a justiça foi feita, mas os estragos são eternos. Por isso não sou a favor de nada que não seja um julgamento justo e uma morte "civilizada" - esse termo nem se aplica aqui, mas não consegui pensar em nada melhor..
Eu entendo o que tu comentaste, Carlita. Entendo a revolta e a vontade de fazer o criminoso sentir muita dor, mas isso não é parte de uma sociedade que quer evoluir.
Há um tempo a Raquel Sheherazade disse que "entendia" alguns civis terem amarrado um bandido no poste e terem lixado-o. O mundo veio abaixo pq distorceram como se ela tivesse apoiado. Eu entendi o que ela falou, que não poderia condenar uma população que vive o dia a dia da impunidade em querer fazer justiça com as próprias mãos.
Entender é bem diferente de concordar.
Eu entendo o que escreveste, mas não concordo.

Você tem razão no que disse, mas é muito revoltante. Eu acredito que se as leis funcionassem mais, se tivesse pena de morte, punição mais dura, acredito que o índice de estupros, latrocínios seriam menores. Estava vendo no jornal da globo esses dias sobre as mulheres que foram violentadas. Depois da ação, a vida delas mudam completamente. Além de ser muito traumático para elas e não conseguirem sair de suas casas, algumas vão fazer defesa pessoal. Passou na parte da manha não sei se você viu no Bom Dia Brasil.

Infelizmente o índice de estupros está crescendo cada vez mais aqui no Brasil.

Quanto o que a jornalista Raquel Sheherazade do que ela disse dos justiceiros, me lembro bem. Entendi e concordei com o que ela disse, mas o que ela disse foi um prato cheio para a imprensa pegar pesado com ela. Aliás, eu sou muito fã dessa jornalista. Sempre adorei os comentários dela.

Kvet, eu já sofri assalto e tentativa de estupro (graças a Deus não aconteceu), pois o cara queria me levar na rua escura me forçando e eu reagi. Só quem passa por uma situação dessa que sabe o quanto a gente fica revoltada por dentro. A gente se sente impotente é muito ruim.

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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por carlita carlinha em Qua 10 Set - 9:33

Nesse ponto sou tão psicopata quanto você!!

Smile

Obrigada, Aline! O meu caso foi tentativa, imagina quem foi realmente estuprada. Como fica a cabeça dela.

Eu carrego até hoje o trauma de chegar em casa tarde. Saio somente de carro ou então não saio se for sem carro. Qualquer pessoa que fica atrás de mim, eu já começo a ficar desconfiada. Enfim, eu sou medrosa pelo assalto e tentativas de violência sexual. Isso porque não fui violentada graças ao meu pai eterno. Imagina quem foi como fica a cabeça dessas pessoas.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Ana em Qua 10 Set - 13:15

Como sempre as mulheres é que precisam tomar cuidados, procurar soluções ou aceitar as medidas paliativas que nada resolvem só empurram com a barriga...

* abusos no metro? simples solução: metro rosa, vagão exclusivo para mulheres = pronto problemas de abusos resolvido.... e aí da mulher entrando em outro vagão, é porque está pedindo!!

* bebidas com tranquilizantes? simples solução: esmalte que detecta drogas nas bebidas = pronto problema de boa noite cinderela resolvido... e aí da mulher que beba alguma coisa sem enfiar o dedo na bebida a cada gole!!! é porque está pedindo!!

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/08/140828_eua_esmalte_criticas_hb.shtml

* estupros em qualquer hora, em qualquer lugar, com qualquer roupa = pronto camisinha Rapex.... e daí que o estuprador , em geral também um agressor, tenha a possibilidade de ferir ou matar a vítima.... e aí da mulher se sair de casa sem a Rapex, é porque está pedindo!!!

Afinal as mulheres estão sempre pedindo ou provocando os pobres e indefesos homens, que não conseguem segurar seus instintos animais... afinal sexo para o homem é algo sem controle, tadinhos... é o instinto deles, temos que entender...
e quando são de classe A ou B a culpa é de quem? afinal receberam educação e boas condições financeiras... tadinhos , são somente vítimas do instinto animal, é genético... eles não tem culpa!!!

A culpa é da mulher... afinal se ela não permite que o macho a domine, ele tentará de outra forma até conseguir.... oras, o macho precisa demonstrar o poder, a força, a virilidade.... e aí se ela colocar o pé fora da linha , é porque está pedindo!!!

Conscientizar homens é ineficaz e desnecessário .... afinal estas coisas que mulher é gente e merece ser tratada como igual, é bobagem de feminista... tudo um bando de machorra feia e recalcada... feminismo não é mais necessário, mulheres podem votar, trabalhar e estudar... já está bom assim...


omg omg omg omg omg omg omg omg omg omg omg

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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Ana em Qua 10 Set - 13:22

Texto: Eliane Brum

Alô, mulheres. Se pegarem trem ou metrô em São Paulo, prestem atenção às orientações do sistema de som: “Se você estiver com vontade de ser violentada, ou ao menos receber uns apertões na bunda e nos peitos, siga para o vagão comum. Se estiver cansada, introspectiva, teve um dia difícil, está com TPM, vá para o rosa e viaje tranquila”. Uma excelente semana a todas.

Poderia ser uma piada ou um filme de horror futurista. Mas é sério e não é ficção distópica. Na prática, essa é a mensagem do projeto de lei aprovado em 4 de julho pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. De autoria do deputado Jorge Caruso (PMDB), ele cria um vagão exclusivo para mulheres no metrô e nos trens. Algo similar já existe no Rio de Janeiro. A lei poderá ser vetada ou sancionada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição, nos próximos dias. Na sexta-feira (18), feministas reuniram-se no centro da capital paulista para um ato em protesto contra a criação do “vagão rosa”.

Não é muito, mas muito estranho mesmo?

Estamos em 2014, há uma mulher na presidência do Brasil. Mas acredita-se necessário criar um vagão só para mulheres nos trens de transporte público da cidade mais cosmopolita do país. Por quê? Porque, se ficarem misturadas aos homens, as mulheres serão encoxadas, apalpadas, abusadas e até estupradas. E é verdade, tudo isso acontece. Tanto que um grupo feminista fez recentemente uma campanha distribuindo alfinetes para as moças enfiarem nos abusadores do metrô.

É bizarro. Diante de uma mulher, num espaço apertado, atulhado de gente, alguns homens sentem-se autorizados a abusar dela. Isso diz de cada indivíduo e, claro, diz também dessa sociedade. Seria importante escutar esses homens para entender qual é a questão de cada um com seu próprio pênis. Talvez vivam um sentimento de impotência avassaladora, para muito além da ereção que conseguem ou não ter. Mas é só uma hipótese para tantas que só podem ser compreendidas na história de cada um.

Mais bizarro do que o ato individual, porém, é o ato público. Mais perigosa é a “solução” que o poder público, nesse caso o parlamento paulista, deu para a violência. Comete-se violência sexual contra as mulheres nos trens, segrega-se as vítimas. Seguindo essa lógica, em breve poderia se propor que, nas ruas e espaços coletivos, as mulheres passassem a usar burca. Assim, os homens não seriam “tentados” a cometer crimes sexuais.

Se o “vagão rosa” (o apelido já é duro de aguentar!) vingar, é um retrocesso muito maior do que pode parecer a um primeiro olhar distraído. É alarmante que os protestos não sejam mais numerosos e barulhentos, dada a seriedade do que está em jogo. Em nome das supostas boas intenções de “proteger as mulheres”, o que se faz, de fato, é reforçar duas ideias do senso comum, interligadas, que persistem há séculos e estão na base da violência sexual.

A primeira delas é que a culpada é a vítima. Seja porque usou “roupas sensuais”, seja porque “se expôs” a uma situação potencialmente perigosa. Nesse caso, apenas por existir. Por ser mulher, precisa ser colocada num “vagão especial”. Sua condição, em si, despertaria sentimentos incontroláveis em alguns homens. Então, nada de ficar perto desses espécimes ou eles não poderão resistir e cometerão a violência. Como se esses homens não fossem responsáveis pelos seus atos, como se fossem incapazes de se controlar, como se fossem animais, eliminando a cultura da equação e deixando restar uma ideia tacanha de natureza.

No conceito do “vagão rosa” as mulheres são colocadas na posição de objetos de desejo ou objetos de posse. E os homens são vistos como vítimas do próprio desejo, sem a necessidade de se responsabilizar por ele. Acho curioso que homens não façam protestos contra o “vagão rosa”: a ideia nele embutida sobre o que é ser um homem é ofensiva ao extremo.

Se o “vagão rosa” virar lei, o próximo passo será: se uma mulher não quis ocupar o vagão especial e foi sexualmente abusada no comum, conclui-se o de sempre: “Ela pediu. Se não quisesse ser encoxada, apalpada, estuprada teria entrado no vagão dela”.

A outra ideia fincada no imaginário de homens (e também de mulheres) é mais interessante. As mulheres é que são a ameaça. (E não aqueles que abusam de seus corpos e de suas almas.) Confina-se, cobre-se, esconde-se aquilo que nos envergonha e aquilo que nos coloca em perigo. Quando se propõe – e se aprova – um vagão especial para as mulheres, o que se está fazendo, de fato, é isolar o elemento desestabilizador. Colocar em ambiente controlado quem teria o poder de revelar, expor algo que deve continuar oculto. O segredo, nesse caso, está naquele que esconde – e não naquela que é escondida.

O “vagão rosa” é mais uma tentativa de sujeitar os corpos femininos, ao determinar que só podem ser “transportados” em sistema de segregação. Uma prova de que, ainda hoje, a imagem social das mulheres difere pouco da visão medieval em que eram compreendidas como “más e impuras”. Não custa lembrar do recente linchamento de uma mulher como “bruxa”, no mesmo estado de São Paulo. (Escrevi sobre isso aqui).

O que há de tão ameaçador nas mulheres?

A buceta, ainda ela. O desembargador Francisco Batista de Abreu, da 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais ajuda a explicar. Em acórdão publicado no final de junho, ele expõe uma linha de raciocínio fascinante ao justificar por que o valor de 100 mil reais de indenização, determinado pela justiça de primeira instância, deveria ser reduzido para 5 mil reais, como de fato aconteceu no julgamento em segundo grau. O caso refere-se ao que tem sido chamado de “vingança pornô”.

Um homem e uma mulher namoraram, em cidades diferentes, por cerca de um ano. Depois do término da relação, ainda conversavam e trocavam imagens íntimas pela internet. Na descrição do desembargador, as dela eram “ginecológicas”. O ex-namorado, seguindo o roteiro bocejante dos imbecis, quebrou a confiança estabelecida entre eles e tornou público o que era privado. As imagens, que eram consensuais, foram expostas de forma não consensual. Um ato sujeito à punição legal, portanto.

O desembargador Abreu concluiu, porém, que esta seria uma oportunidade para fazer um julgamento moral da vítima, expondo a profundidade do seu entendimento sobre como uma mulher deve lidar com sua vagina e com seu corpo. Depois da divulgação do caso, o processo foi colocado em “segredo de justiça”, limitando o acesso aos autos. Mas o segredo de quem, àquela altura, deveria ser protegido? Da mulher, do homem ou do desembargador?

A seguir, alguns trechos do voto do desembargador Francisco Batista de Abreu publicados na imprensa:

“Quem ousa posar daquela forma e naquelas circunstâncias tem um conceito moral diferenciado, liberal. Dela não cuida. Irrelevantes para avaliação moral as ofertas modernas, virtuais, de exibição do corpo nu. A exposição do nu em frente a uma webcam é o mesmo que estar em público.”

“As fotos em momento algum foram sensuais. As fotos em posições ginecológicas que exibem a mais absoluta intimidade da mulher não são sensuais. Fotos sensuais são exibíveis, não agridem e não assustam. Fotos sensuais são aquelas que provocam a imaginação de como são as formas femininas. Em avaliação menos amarga, mais branda podem ser eróticas. São poses que não se tiram fotos. (...) São poses para um quarto fechado, no escuro, ainda que para um namorado, mas verdadeiro. Não para um ex-namorado por um curto período de um ano. Não para ex-namorado de um namoro de ano. Não foram fotos tiradas em momento íntimo de um casal ainda que namorados. E não vale afirmar quebra de confiança. O namoro foi curto e a distância. Passageiro. Nada sério.”

É possível desenvolver uma tese de doutorado na área de psicanálise e direito a partir do voto do desembargador mineiro. Mas, atendo-se a apenas um ponto de seu raciocínio, percebe-se o que é assustador para o magistrado: “As fotos em posições ginecológicas que exibem a mais absoluta intimidade da mulher não são sensuais. Fotos sensuais são exibíveis, não agridem e não assustam (...) São poses para um quarto fechado, no escuro, ainda que para um namorado, mas verdadeiro”.

Para o desembargador, a vagina não é sensual. O que é sensual, segundo ele, não agride nem assusta. É coerente depreender dessa afirmação que a imagem da vagina não só agride o magistrado, como também o assusta. Assim, só pode ser exibida “no escuro”, de forma que não possa ser vista. E para um namorado “verdadeiro”.

Quando o voto se tornou público, lamentou-se em alguns espaços da internet a escuridão em que vive o desembargador Abreu. E até a suposta indigência de sua vida sexual. Mas não se trata de julgá-lo. Como indivíduo, seu Abreu pode até ter medo da vagina. Pode achá-la feia e assustadora. Pode preferir só vê-la no escuro ou não vê-la nunca. É possível ter compaixão por seu Abreu, mas ninguém tem o direito de julgar como seu Abreu se relaciona com a sexualidade do outro e com a sua própria. Isso diz respeito só a ele.

O problema é com o desembargador Abreu, servidor público, investido da Lei. Com a sua pretensão de determinar, como verdade única e universal, registrada nos autos, o que é sensual, o que é erótico, o que é amor “verdadeiro” e quando, como e onde uma vagina pode ser exibida. Assim como determinar que uma mulher que mostra a sua vagina não tem autoestima. O problema é que, ao assim manifestar-se, o desembargador Abreu está representando a Justiça. Seu ato tem efeito direto sobre a vida da vítima – e também sobre as vidas na sociedade brasileira.

A tal “vingança pornô”, em que imagens feitas em âmbito privado são divulgadas contra a vontade de quem é retratado, num ato de quebra de confiança, já levou ao suicídio adolescentes brasileiras que não suportaram o julgamento moral da família, amigos e sociedade. Ao manifestar-se nesses termos, o desembargador está reeditando, para um fenômeno contemporâneo, ligado às novas tecnologias, o velho “ela pediu”. E isso é inadmissível.

O relator do caso, desembargador José Marcos Rodrigues Vieira, defendeu reduzir o valor da indenização dos 100 mil reais determinados em primeira instância para 75 mil reais. Afirmou em seu voto: “Isentar o réu de responsabilidades pelo ato da autora significaria, neste contexto, punir a vítima”. Seu colega, o desembargador Abreu, porém, preferiu julgar a “moral” da vítima, acompanhado pelo terceiro desembargador, Otávio de Abreu Portes. Ao final, determinou-se que 5 mil reais seria um valor suficiente. É possível concluir que, simbolicamente, essa já não é mais uma indenização, mas um pagamento.

O “doutor” enxergaria a vítima como uma “puta”. No sentido de que a prostituta, na sociedade brasileira – e esta é outra enorme violência – é vista como aquela que não tem direito nem ao próprio corpo, nem à Lei. Isso ficou de novo muito claro em junho, quando o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo inocentou um fazendeiro preso em flagrante ao estuprar uma menina de 13 anos. A justificativa: ela seria prostituta, o que teria levado o criminoso a errar sobre a sua idade. Em resumo: com prostituta se pode tudo. O que as coloca fora do corpo e fora da Lei, de várias e complexas maneiras, com consequências sempre aterradoras.

Como afirmam organizações de prostitutas, infelizmente muito pouco escutadas, não existe prostituição envolvendo menores de idade. Com crianças e adolescentes só existe estupro e abuso sexual. Mas esse não foi o entendimento dos desembargadores paulistas. Assim como, ao reduzir em 95 mil reais a indenização devida à mulher que teve imagens do seu corpo divulgadas contra a sua vontade, o que o tribunal mineiro fez foi: não mais determinar ao réu uma indenização pelo dano causado, mas dar um valor à mulher.

É o que se compreende da justificativa contida no voto, em especial nesse ponto: “Mas, de qualquer forma, e apesar de tudo isso, essas fotos talvez não fossem para divulgação. A imagem da autora na sua forma grosseira demonstra não ter ela amor-próprio e autoestima”. À vítima, que foi quem passou a ser julgada e enquadrada como alguém que não se dá valor, é concedido um valor aviltantemente mais baixo do que aquele determinado em primeira instância como indenização pelo ato do réu.

Mas qual é o valor de uma mulher? Como diz Renata Corrêa, em um texto bonito no Biscate Social Club:

“Por essa e por outras que para uma vida livre todas as mocinhas, garotas, meninas, mulheres, cidadãs do mundo não deveriam valer nada. Eu particularmente não valho um centavinho furado. Ninguém pode me medir, me pesar, me trocar ou me comprar: não tenho preço, código de barras, cifrão ou vírgula. Quem tem o direito de dar preço para minha alma? E pro meu corpinho? Nobody, baby. Não valho nada. Não me atribuo valor algum. Não tô a venda: tô vivendo sem conta, sem mercantilismo amoroso, fraterno ou sexual. E também não tô comprando. Mas isso é outra história”.

De volta ao “vagão rosa”, que leva as mulheres a uma viagem sem movimento algum, na qual estão estacionadas no mesmo lugar, para que não exista deslocamento nem nada se altere. O “vagão rosa”, destinado ao transporte das mulheres para que não sejam encoxadas, bolinadas ou até estupradas, é o mesmo lugar simbólico destinado à vagina em visões como a do desembargador mineiro. O corpo feminino, a vagina como sua máxima potência, deve ser oculto. Se for exposto, está subentendido que as mulheres assumirão o risco – e a responsabilidade – de serem violadas, de terem seus corpos (e suas almas) destruídos.

Resta se perguntar que vagão é esse, o que exatamente ele transporta de um lado a outro e qual é o seu destino.

Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora dos livros de não ficção Coluna Prestes - o Avesso da Lenda, A Vida Que Ninguém vê, O Olho da Rua, A Menina Quebrada, Meus Desacontecimentos e do romance Uma Duas. Email: elianebrum.coluna@gmail.com . Twitter: @brumelianebrum

http://brasil.elpais.com/brasil/2014/07/21/opinion/1405949263_547794.html
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Alice Moura em Qua 10 Set - 13:29

Olha o que eles pensam a respeito do feminismo:



É de um site de humor masculino, claro... Mas será que não tem um pingo de sinceridade na "descrição" dessa foto?
A verdade é que eles estão pouco se lixando.
E se houver uma passeata, uma minoria se prestará a ouvir o por quê do protesto e as reivindicações.
A maioria vai ficar mesmo é "analisando" quantas gostosas tem na manifestação, isso sim.
Ah! E mais um detalhe: aqui no RJ o "vagão rosa" foi só pra fazer as mulheres de trouxas: os homens simplesmente não respeitam a determinação e embarcam normalmente. Na hora do rush, então, nem se fala!
E vai alguma mulher exigir os seus direitos... é possível que seja agredida até.
Eles só se retiram ou são retirados, quando os guardas da Supervia (empresa que fornece o serviço de trens de passageiros aqui no RJ) estão presentes na plataforma de embarque.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Ana em Qua 10 Set - 15:20

Alice Moura escreveu:Olha o que eles pensam a respeito do feminismo:.

Só pra ver como eles entendem pouco de feminismo. O próprio não se declara um movimento feminista, se intitula neofeminista ou como uma nova proposta de protestos. Shocked
E boa parte das feministas antigas ou liberais não concorda ou apoia os atos do FEMEN. o Femen Brazil então nem se fala.
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Fiorella em Qua 10 Set - 15:47

Eu não sei muito o que pensar a respeito.

No caso do instrumento de defesa, em princípio parece bom. Mas é como a Alice mesma disse, há o risco de o estuprador, na raiva, tentar matar a vítima.

Por isso que tenho o pé atrás com essas leis estilo "olho por olho, dente por dente". E não é questão de eu defender bandido. Na prática, um estuprador merecia sofrer mesmo, o problema são as consequências dessa punição. Explico: não se sabe o que se passa na cabeça de pessoas que cometem essas atrocidades. Então, uma medida como essa, mesmo que seja devidamente verificado que o "cidadão" não é mesmo inocente, pode trazer consequências piores, tipo causar alguma revolta, pode potencializar a vontade dessa pessoa a cometer tais atos, sei lá... Freud explica!

Esse sistema pode até funcionar em casos de crimes mais atrozes, mas teria que haver um sistema penitenciário MUITO bem organizado. Do jeito que as leis são aplicadas aqui, só iria piorar. =\
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por jonass em Qui 11 Set - 7:59

Concordo.

Td oq falamos e sugerimos aqui é baseado em um sistema judiciário q FUNCIONA e não no país onde ninguém respeita a lei.

Qnto a culpa da mulher...não é exclusividade de vcs, essa visão. Apenas é nestes casos, pq estamos falando de crimes contra a mulher. Mas "remendos" existem em toda a lei.

Tem cara q bebe e arruma confusão num estádio? Proíbe-se a bebida. Por exemplo.

Somos assim...estamos sempre tentando prevenir baseados em proibições assim.

E qnto a piadas machistas, vá...não levem td tão a sério. rss
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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

Mensagem por Aline Floripa em Qui 11 Set - 18:27

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Re: Soluções medievais para atitudes medievais

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